LiveZilla Live Chat Software

Você está agora em:

Óleo de Coco - Babaçu - Frasco com 1 Litro

Óleo de Coco - Babaçu - Frasco com 1 Litro

Duplo clique na imagem acima para visualizá-la maior

Reduzir
Aumentar

Mais Visualizações

  • Óleo de Coco - Babaçu - Frasco com 1 Litro
  • Óleo de Coco - Babaçu - Certificado

Óleo de Coco - Babaçu - Frasco com 1 Litro

Enviar para um amigo

Seja o primeiro a comentar este produto

Disponibilidade: Em Estoque.

Preço Normal: R$74,90

Preço Promocional: R$59,90

  • Compre 2 por R$55,90 cada e economize 7%
  • Compre 3 por R$51,90 cada e economize 13%
  • Compre 4 por R$47,90 cada e economize 20%
  • Compre 5 por R$43,90 cada e economize 27%
Acrescentar itens ao carrinho
OU

Descrição Rápida

O Babaçu é o fruto de uma palmeira nativa da região norte do Brasil e que apresenta em seu interior várias sementes ou amêndoas de onde é extraído o Óleo de Coco Babaçu. O babaçu é uma cultura extrativista, não havendo plantações comerciais. Do fruto apenas 6 a 8% são sementes. Destas sementes são extraídos de 65 a 68% de um óleo de cor branca a levemente amarelada. Esta cor vai depender da temperatura, pois o Óleo de Coco Babaçu apresenta-se como uma gordura à temperatura ambiente. O óleo de Coco babaçu apresenta odor e sabor suave característico. O Óleo de Coco Babaçu é muito utilizado para fins alimentícios e na fabricação de margarinas. Este óleo apresenta propriedades semelhantes ao óleo de dendê (ou palma), apresentando alto teor de ácido láurico. O Óleo de Coco Babaçu tem várias aplicações, dentre as quais podemos destacar: indústria cosmética, alimentícia, sabões, sabão de coco, detergentes, lubrificantes, entre outras. De todos os óleos vegetais de uso industrial o óleo de coco babaçu tem o mais alto índice de saponificação e o mais baixo valor de iodo e refração, o que o qualifica para o preparo de pomadas cremosas.

A grande vantagem dos óleos de palmiste, babaçu e macaúba é custarem metade do preço do óleo de coco da praia e darem o mesmo resultado, pois possuem o mesmo teor do ácido laúrico, princípio ativo que emagrece, aumenta a imunidade, reduz inflamações, abaixa o colesterol e combate infecções.

Descrição do Produto

Propriedades terapèuticas dos óleos laúricos

 

Uso interno (1 colher de sopa, 2-3 vezes ao dia):

 

1. Reduz inflamações (artrite, artrose, reumatismo, etc)

2. Combate cândida e outros fungos.

3. Combate bactérias e vírus como H. pylori, bactéria causadora da gastrite, e os vírus do herpes, ou Epstein-bar causador do câncer de laringe) 

4. Melhora o funcionamento da tireóide, ajudando principalmente no hipotireoidismo

5. Emagrece, por ser a única gordura não estocada no corpo, ativando também o metabolismo e induzindo à queima de gordura.

6. Aumenta a imunidade, por induzir à medula óssea a formar mais linfócitos (células de defesa)

7. Aumenta a longevidade, por ser uma gordura que não oxida fácil e previne o envelhecimento precoce.

8. Se for usado o palmiste refinado, não deixa gosto na comida e substitui os óleos de cozinha (soja, girassol, canola, algodão, milho).  

 

Uso externo:

 

1. Previne rugas por sua ação antioxidante de outras gorduras.

2. Previne estrias se usado localmente e diariamente por grávidas.

3. Hidrata e mantém os cabelos sedosos (uso de algumas gotas nas mãos ou 1 tampa em 100 gramas de creme)

4. Excelente em massagens terapêuticas e também na hidratação pós banho. 

 

 

Você sabia que a antiga gordura de côco vendida no Brasil e comprada pelos nossos avós era óleo de palmiste e babaçu?

  

  

            Os óleos láuricos são óleos obtidos de coqueiros nativos de países tropicais. Se destacam, frente a outros tipos de gorduras, pela sua concentração elevada de ácido láurico, componente importante do leite materno humano, para o fortalecimento imunológico do bebê. Pesquisas cientificas demonstram que o ácido láurico possui a capacidade de aumentar o sistema imunológico pela ativação da liberação de uma substância chamada interleucina 2 (Wallace, F A et al.), que faz a medula óssea fabricar mais células brancas de defesa (isso é muito bom para quem tem imunidade baixa como pessoas com AIDS e Câncer). Além disso, os óleos láuricos agem como antiinflamatórios pela inibição da síntese local de prostaglandinas (PGE2) e interleucina 6 que são substâncias pró-inflamatórias presentes em quadros reumáticos, artrites e inflamações musculares. Ou seja, eles são antiinflamatórios.

            Quando o ácido láurico chega aos nossos intestinos ele é quebrado pela enzima lípase e se transforma em monolaurina. A monolaurina é absorvida pelos intestinos e vai ao sangue. Esta substância, cujo precursor é o ácido láurico, destrói a membrana de lipídios que envolve os vírus bem como torna inativas bactérias, leveduras e fungos. A ação atribuída a monolaurina é a de que ela solubiliza os lipídios contidos no envoltório dos vírus, causando a sua destruição. Há assim uma potencial atividade antiviral e anti-bacteriana desta substância contra vírus perigosos como Epstein-Barr, causador da mononucleose e bactérias como a Helicobacter pylori, principal causa hoje do câncer do estômago (Enig, M.; Issacs, C.E. et al. & Kabara J.J. et al.).

            De fácil absorção, os óleos láuricos não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado, rapidamente se transformam em energia, gerando calor e queimando calorias, o que leva à perda de peso. De fato, por este efeito, o uso destes óleos têm se tornado famoso internacionalmente em dietas de emagrecimento, pois são o único tipo de gordura que ao ser metabolizada pelo corpo, não é estocada na forma de tecido gorduroso (St-Onge, M.P. et al. & Van Wymelbeke, V., et al.). Podem ser usados na culinária em substituição aos tradicionais óleos empregados na cozinha o que progressivamente reduz os depósitos de gordura localizada, levando ao emagrecimento natural e redução de problemas como a celulite.

            Algumas observações levaram à descoberta que óleos láuricos estimulam a função da glândula tireóide. O bom funcionamento desta glândula, faz com que o mal colesterol (LDL) produza hormônios que reduzem a velocidade de envelhecimento do corpo como o DHEA, pregnenolona e a progesterona. Estes hormônios reduzem sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual na mulher, problemas cardiovasculares, obesidade, entre outras doenças.

            Estudos científicos mais recentes demonstraram que os óleos láuricos não aumentam os níveis de colesterol como se pensava, mas muito pelo contrário, eles balanceiam os níveis do bom colesterol (HDL) no sangue (Enig, M. & Hostmark et al & Kaunitz e Dayrit & Awad). As pesquisas antigas com óleo de côco e que mostravam o contrário haviam sido feitas com óleo de côco parcialmente hidrogenado. Nenhum de nossos óleos passa por processo de hidrogenação, que pode dar origem à formação de gordura trans, que aumenta os níveis de colesterol e favorece o surgimento de câncer.  Os óleos láuricos reduzem a oxidação do mau colesterol (LDL) no sangue prevenindo doenças cardiovasculares.

            Óleos láuricos também ajudam a diminuir a compulsão por carboidratos (açúcar, doces, biscoitos, etc) devido a não estimularem a liberação de insulina. A maioria dos óleos poliinsaturados dificultam a entrada da insulina e nutrientes para dentro das células, deixando-as literalmente “famintas”, a gordura de coco “abre as suas membranas”, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição e restabelecendo os níveis normais de energia.

            Óleos láuricos possuem um ótimo desempenho na cozinha por serem muito estáveis sob altas temperaturas. Na cozinha, não há nenhuma gordura melhor: diminuem o mau colesterol (LDL), ajudam a manter o peso, aumentam a imunidade, e protegem contra doenças cardiovasculares.

            O ácido láurico pode fazer estes óleos endurecerem em temperaturas inferiores a 23º graus. Em dias frios, para fazer a gordura voltar ao estado líquido, basta deixar a embalagem do óleo no sol da manhã ou aquecer em banho maria, que a gordura volta ao seu estado natural liquido. Você também pode apertar a garrafa levemente até que a gordura saia

            Há 4 tipos principais de coqueiros dos quais têm-se atualmente obtido óleos ricos em ácido láurico no mercado:

 

Coco da praia (Cocus nucifera), do qual se obtém a “água de côco” e óleo rico em ácido láurico de sua polpa branca. Para ser empregado existem as versões extra-virgem (rico em vitamina E e aroma de côco), ou refinado (praticamente inodoro).

 

Coco babaçu (Orbignya oleifera), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo ácido láurico. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem.

 

Coco macaúba (Acrocomia aculeata), árvore brasileira e que fornece uma castanha rica em um óleo contendo ácido láurico.. Suas características são idênticas às do babaçu.

 

 

Coco palmiste (Elaeis guineensis) obtido do caroço da palma. Praticamente só é comercializado óleo refinado, pois o óleo virgem possui um aroma de côco muito forte para uso na cozinha ou massagem. A vantagem deste produto é que ele não apresenta o cheiro que o babaçu ou óleo de côco eventualmente trazem, mesmo sendo refinados.

 

            Há uma vantagem no uso dos óleos de côco palmiste e côco babaçu frente ao côco da praia, que é um custo mais baixo destes óleos com os mesmos resultados.

            O uso destes óleos como veículos carreadores para massagem, ou em bases de cremes é uma excelente alternativa que apresenta as vantagens de:

 

1. Não rançar facilmente, mesmo em contato com água em bases de cremes e possuir alta durabilidade.

2. Penetrar com extrema rapidez pelos poros da pele, facilitando a entrada de óleos essenciais e outros bioativos.

3. Ao penetrar no corpo agir como imunomodulador, contribuído assim para o fortalecimento da imunidade e equilíbrio de quadros inflamatórios.

 

Tabela comparativa de alguns óleos de cocos e seus teores de ácido láurico. Devido a isso suas propriedades são idênticas.

 

Composição de               Ácidos Graxos

Óleo de Palmiste

Óleo de Babaçu

Óleo de Côco da praia

Ácido Caprílico (C 8:0)

2. 5

4.5

6.09

Ácido Cáprico (C 10:0)

4.2

6.0

5.8

Ácido Láurico (C 12:0)

(em média 42 -52%)

(em média 42 -52%)

(em média 42 -52%)

Ácido Mirístico (C 14:0)

16.2

16.50

19.42

Ácido Palmítico (C 16:0)

9.2

6.0

9.12

Ácido Esteárico (C 18:0)

2.1

3.0

3.3

Ácido Oleico (C 18:1)

15.4

12.50

5.87

Ácido Linoleico (C 18:2)

1.4

2.0

0.86

Ácido Araquidico (C 20:0)

0.3

0.1

0.1

 

Obs.: Estas porcentagens podem variar de acordo com a época do ano que o produto foi obtido e procedência. Contudo são variações pequenas que caracterizam teores de ácido láurico por exemplo, sempre bem parecidos. A média de ácido láurico nos 3 óleos varia de 42 a 52%.

Tags do Produto

Acrescentar suas Tags:
Utilize espaços para separar tags. Utilize aspas simples (') para frases.
 

Meu Carrinho

Você não tem itens no seu carrinho de compras.